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Porque é importante se vacinar contra o sarampo: imunização é segura e eficaz

Se você passa boa parte do tempo conectado (a) à internet, com certeza já recebeu, ou compartilhou, mesmo sem saber, alguma informação que não é completamente verdadeira. São os tempos das muito comentadas “fake news”.

As mais recentes e muito debatidas em 2019 estão relacionadas à vacinação contra o Sarampo. A preocupação é tão grande que o Ministério da Saúde disponibilizou um número exclusivo no Whatsapp para receber informações que viralizaram na web.

Há uma série de informações truncadas sobre o sarampo e isso contribui para muitos pais deixarem os filhos – e as crianças são justamente a parte da população com o sistema imunológico mais frágil – sem proteção, prática que pode prejudicar milhares de pessoas. O surto é tão grande que, no início do ano, o Brasil perdeu o status de país livre da doença após o registro de dez mil casos de sarampo.

Como nesse espaço o nosso maior objetivo é oferecer informação de qualidade, hoje vamos destacar alguns “mitos” sobre a doença e colocar o que deve ser considerado quando o assunto é a proteção contra o sarampo.

Um dos mitos mais fortes é sobre o causador. Estamos falando de uma doença infecciosa aguda, causada por vírus, e não de uma reação alérgica, como se espalhou na internet. Os principais sintomas são: febre acompanhada de tosse persistente, congestão nasal, mal estar intenso e as manchas avermelhadas no rosto e que podem se espalhar para outras partes do corpo.

Se não for tratada, a doença pode causar sequelas graves, como cegueira, surdez, diminuição da capacidade mental e retardo do crescimento no caso das crianças.

Outra informação equivocada é a afirmação de que basta manter a higiene para se manter protegido da infecção. A verdade é que lavar sempre as mãos ajuda controlar a transmissão, porém, segundo especialistas, a pessoa só evita o sarampo com a vacina.

Por falar sobre transmissão, há um erro especificamente sobre isso. Ao contrário do que está em muitas “correntes de Whatsapp”, ninguém contrai sarampo se tiver contato ao tocar nas lesões cutâneas provocadas pela doença. A transmissão ocorre por tosse, espirro ou gotículas de saliva da pessoa infectada.

O “mito” a seguir é um dos campeões de compartilhamentos: o de que a vacina tríplice viral é prejudicial ao ser humano. Mentira! A tríplice viral é extremamente segura. A vacina é contraindicada apenas para gestantes, menores de seis meses e pessoas com imunodeficiência.

A imunização, distribuída pelo Sistema Único de Saúde (SUS), está disponível  em todo tempo nos postos da rede pública, e não somente em épocas de campanha, como tem sido divulgado de maneira equivocada.

Mais de 90% das pessoas que receberam as doses da vacina criam uma barreira eficaz contra o vírus. O alto índice de proteção é mais um forte argumento pró-imunização.

Se você tem alguma dúvida, o ideal é buscar informações em sites de confiança, como a página do Ministério da Saúde (www.saude.gov.br) ou da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm – familia.sbim.org.br), entidade científica sem fins lucrativos que reúne profissionais de diversas especialidades.

Buscar a orientação de profissional especializado, como médicos e enfermeiros, também é um bom caminho. Informação e vacina são as melhores armas contra o sarampo!.

 

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