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Difteria, conheça hoje mesmo essa doença

A difteria é uma doença respiratória transmissível aguda, infecciosa, causada pelo bacilo Corynebacterium diphtheriae que se aloja nas amígdalas, faringe, laringe, nariz e, em alguns casos, nas mucosas e na pele.

Em geral, a doença é mais comum na infância e normalmente, ela se manifesta depois dos resfriados e gripes nas crianças que não foram vacinadas. Porém, ela também pode ocorrer em adultos quando estes não foram vacinados.
O seu contágio ocorre pelo contato direto com pessoas doentes ou com portadores assintomáticos da bactéria, através de gotículas eliminadas pela tosse, espirro e ao falar, ou pelo contato com as lesões cutâneas.

Os sintomas mais comuns da doença são placas branco acinzentadas e firmes nas amigdalas, faringe, laringe, nariz e, eventualmente, em outras mucosas e na pele. Dor de garganta, febre, corrimento nasal, inflamação dos gânglios linfáticos, mal-estar, e pode ocorrer de surgirem manchas avermelhadas na pele.
Em casos de agravamento os sinais são: edema de pescoço, prostração, toxemia e asfixia mecânica.

A inesperada obstrução das vias aéreas que se dá a partir da inflamação da epiglote que fecha a glote no momento da deglutição pode causar graves problemas ao paciente. Em crianças essa inflamação pode deixá-las muito abatidas, com lábios levemente azulados, febre alta, e em alguns casos, dificuldades para deitar-se ou engolir saliva.

Ao anoitecer ocorre o agravamento dos sintomas da doença, normalmente a criança acorda durante a madrugada com inspiração marcada por um chiado estridente e a expiração com tosse áspera.

Outras complicações da doença é a arritmia e insuficiência cardíaca, visão dupla, fala anasalada, dificuldade para engolir, paralisia e insuficiência renal, estas podem ocorrer em qualquer fase da doença.

O diagnóstico da doença é clínico e pode ser confirmado por meio de exames de cultura em uma amostra das placas pseudomembranosas. Se existirem suspeitas da doença é necessário iniciar o tratamento imediatamente, mesmo antes de se confirmar por meio dos exames.

Para o tratamento é preciso afastar o paciente do convívio com outras pessoas e tratar com soro antitoxina diftérica para neutralizar a toxina produzida pela Corynebacterium diphtheriae. Pode ocorrer de ser indicado o uso de antibióticos como penicilina e eritromicina.

É imprescindível realizar uma avaliação em todos que tiveram contato com o portador da doença para que eles recebam os cuidados preventivos.

Você pode proteger os seus filhos contra a difteria por meio da vacinação. A vacina (DTP) oferece proteção contra a difteria, tétano e coqueluche. Essa vacina faz parte do calendário oficial de vacinação e deve ser administrada aos dois, quatro e seis meses de vida e depois uma dose de reforço aos 14 e aos 18 meses e outra entre os quatro e seis anos da criança.
Como a vacinação não oferece proteção vitalícia, é necessário repeti-la a cada dez anos.
Na Imune você encontra essa vacina, traga seus filhos hoje mesmo para protegê-los.

 

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