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Hepatite B

Estar protegido contra o vírus da hepatite B, é um cuidado de saúde básico que todos devem ter. Aliás, é esta a recomendação da Organização Mundial da Saúde desde 1997, quando a engenharia genética disponibilizou vacinas seguras e potentes que podem prevenir inclusive, o surgimento de doenças correlatas à hepatite B, como a cirrose e o câncer de fígado.

O esquema de vacinação contra a hepatite B é composto por três doses: a primeira dose deve ser administrada nas primeiras 12 horas de vida; a 2º dose um mês após e a terceira dose seis meses após a primeira dose.

A hepatite B é uma das principais causas de hepatite aguda e crônica, cirrose e câncer de fígado no mundo. A infecção pelo vírus da hepatite B (HBV) é um problema mundial. Estima-se que haja 300 milhões de indivíduos portadores do HBV no mundo, e que ocorram cerca de 250 mil óbitos anualmente em decorrência de doença hepática aguda ou crônica relacionada a infecção pelo vírus da hepatite B.

A transmissão da hepatite B ocorre através do contato com sangue, saliva, sêmen e outras secreções orgânicas de indivíduos portadores do vírus da hepatite B. Contatos sexuais, uso de seringas e agulhas contaminadas, transfusão de sangue e derivados, contato íntimo intradomiciliar com portadores do vírus, e transmissão da mãe infectada para o recém-nato, são algumas das formas de transmissão desta doença.

Recentemente, a Organização Mundial da Saúde (O.M.S.) recomendou que todos os países do mundo iniciassem a vacinação da criança contra a hepatite B ao nascimento.

A vacina contra a hepatite B também está formalmente recomendada para os adolescentes e adultos que não tenham sido previamente vacinados, particularmente aqueles com vida sexual ativa.

O esquema de vacinação é composto por 3 doses (1ª dose: data escolhida; 2ª dose: um mês após a primeira dose; 3ª dose: seis meses após a primeira dose).

A administração é intramuscular no deltóide. A eficácia desta vacina é de 95%.

Devem vacinar contra a hepatite B:

• todos os adolescentes;

  • todos os adultos com risco de infecção pelo vírus da hepatite B (mais de um parceiro sexual no período de 6 meses; contactantes domiciliares de casos de hepatite B; usuários de drogas venosas; pessoas em hemodiálise e candidatos futuros a diálise; pessoas com história recente de doença sexualmente transmissível; homossexuais; portadores de doença hepática crônica; profissionais de saúde).

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